Jaques Morelenbaum, Marcelo Costa e Carlos Malta incluem Edu Lobo e Tom Jobim no trilho do álbum 'Trem de Três'

  • 15/04/2026
(Foto: Reprodução)
Jaques Morelenbaum (à esquerda), Marcelo Costa (ao centro) e Carlos Malta formam o trio de música instrumental Trem de Três Rogério Von Kruger / Divulgação ♫ NOTÍCIA ♬ O violoncelista Jaques Morelenbaum, o ritmista Marcelo Costa e o ás dos sopros Carlos Malta – hábil no toque de flauta, saxofone, clarinete e clarone – são três grandes músicos que figuram no time dos instrumentistas mais requisitados para dividir palcos e estúdios com os maiores cantores do Brasil. No ano passado, esses músicos formaram um trio, Trem de Três, que entrou em cena em 30 de maio de 2025 com show na casa Blue Note Rio. Decorrido quase um ano da estreia do trio, Jaques Morelenbaum, Marcelo Costa e Carlos Malta se preparam para gravar projeto audiovisual multimidia em show que será feito em 30 de abril para pequena plateia de convidados no estúdio Mega, no Rio de Janeiro (RJ), cidade natal do três artistas cariocas. Projeto da Indie Records, a gravação audiovisual do show do Trem de Três irá gerar documentário – filmado com imagens captadas sob direção de Nando Chagas e previsto para ser exibido em canal fechado de televisão – e álbum ao vivo. Ao montar o repertório desse primeiro registro fonográfico, o Trem de Três seguirá basicamente o roteiro já apresentado em show. Jaques Morelenbaum, Marcelo Costa e Carlos Malta põem no trilho audiovisual do Trem de Três músicas de compositores do porte de Antonio Carlos Jobim (1927 – 1994), Baden Powell, Caetano Veloso, Edu Lobo, Egberto Gismonti, Gilberto Gil e Hermeto Pascoal (1936 – 2025). Edu Lobo, por exemplo, é compositor recorrente no repertório do Trem de Três com músicas como “Ponteio” (1967, parceria com José Carlos Capinan), “Zanzibar” (1970), “Vento bravo” (1973, parceria com Paulo César Pinheiro) e “Repente” (1976, parceria com José Carlos Capinan). Já Tom Jobim estará representado no roteiro por “O morro não tem vez” (1963, parceria com Vinicius de Moraes), “Surfboard” (1967) e “Retrato em branco e preto” (1967), parceria com Chico Buarque que será ouvida na gravação do álbum em solo instrumental de Jaques Morelenbaum. Também estão previstas músicas como “Aquele abraço” (Gilberto Gil, 1969), “Canto de Xangô” (Baden Powell e Vinicius de Moraes, 1966), “Igrejinha” (Hermeto Pascoal, 1971) e “Trilhos urbanos” (Caetano Veloso, 1979).

FONTE: https://g1.globo.com/pop-arte/musica/blog/mauro-ferreira/post/2026/04/15/jaques-morelenbaum-marcelo-costa-e-carlos-malta-incluem-edu-lobo-e-tom-jobim-no-trilho-do-album-trem-de-tres.ghtml


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